Perspectivas sobre o setor de segurança eletrônica, com Deise Mury

A segurança eletrônica é um recurso que a cada dia mais se destaca como um valioso auxiliar da proteção pessoal e do patrimônio, graças ao auxílio de equipamentos de última geração, como: câmeras de vídeo que desestimulam ou denunciam ações furtivas; cartões magnéticos, substituindo os antigos crachás; alarmes acionados por sensores infravermelhos, auxiliando a detecção de violação em uma propriedade; sistemas de biometria substituindo senhas, entre tantos outros.

Atualmente, muito se fala sobre crise econômica e instabilidade em diversos setores do país, mas, nem por isso o mercado de segurança eletrônica deixou de se expandir nos últimos anos. O número de investimentos em segurança eletrônica não entrou em declínio, e as perspectivas para o futuro parecem ser promissoras.

Que a evolução da segurança eletrônica foi de grande valia para a população, não temos dúvidas. Mas, quais serão as perspectivas que este setor tem para o futuro? Para responder estas e outras perguntas, convidamos a diretora executiva da empresa Ser-Tel, Deise Mury, a responder perguntas que abordam temas como: crise econômica, investimento e expectativas no mercado de segurança eletrônica. Confira!

Entrevista com Deise Mury

Ser-Tel: No último ano, algumas pesquisas registraram que o setor de segurança movimentou cerca de R$20 bilhões. Em 2016, estamos vivendo tempos de crise financeira e, ainda assim, os dados mostram crescimento no mercado de segurança eletrônica. A que você atribui essa alta?

Deise: Nos dias de hoje, a segurança preventiva é uma necessidade inerente a pessoas e empresas em tempos de crise ou não. As políticas públicas de segurança não têm se demonstrado capazes de atender a essa demanda de maneira eficiente, o que tem incentivado os investimentos privados nessa área ao longo dos últimos anos. Diante de uma crise econômica, essa realidade se acentua ainda mais, já que os cortes para diminuição de gastos públicos tendem a impactar áreas consideradas estratégicas para a prevenção da criminalidade e violência, como é o caso dos órgãos de segurança pública e dos programas sociais, aumentando a insegurança.

Essa demanda por serviços de segurança eletrônica tem levado o mercado a se diversificar e difundir bastante. Como reflexo desse crescimento, podemos destacar o aumento na oferta de produtos e serviços, a maior acessibilidade de preços e as inúmeras inovações tecnológicas disponíveis, capazes de atender ao anseio por segurança dos diferentes tipos de público existentes hoje no mercado.

Ser-Tel: Como podemos investir no ramo, mesmo em tempos de corte de gastos?

Deise: Entendo que independente do ramo de atuação, qualidade e inovação são investimentos importantes para alavancar resultados. Para nós da Ser-Tel, a qualidade e a inovação são buscas incansáveis, e demonstram a nossa preocupação em entender, atender e criar novas necessidades para os nossos clientes, visando sempre satisfação. Neste sentido, trabalhamos para oferecer novas tecnologias, produtos e serviços de qualidade, além de um atendimento cordial na venda e no pós-venda.

Uma característica importante dos dias de hoje é a mudança no perfil do cliente, que se mostra cada dia mais exigente e bem informado. O cliente muitas vezes já conhece as características técnicas dos produtos e os preços praticados no mercado antes de realizar a compra. Saber tirar proveito disso é um diferencial competitivo no mercado, e a Ser-Tel vem trabalhando nesse sentido, com a preocupação de apresentar condições favoráveis de negociação junto aos seus clientes, principalmente no que se refere à oferta de preços e formas de pagamento.

Ser-Tel: Quais são suas expectativas para o próximo ano em relação a esse mercado?

Deise: As expectativas são boas não só para o próximo ano, mas para os próximos. As análises dos especialistas nesse mercado são bastante otimistas, de uma forma geral. Acho pertinente mencionar uma parte de uma entrevista que li recentemente, com a Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE, Selma Migliori, onde ela menciona que o mercado de segurança eletrônica tem registrado índices de crescimento mesmo diante da crise econômica e política que estamos passando atualmente. Ela destaca ainda que esse crescimento não está relacionado apenas ao aumento de faturamento das empresas que atuam nesse segmento, mas, sobretudo, a aspectos como novas tecnologias disponíveis, profissionalização do mercado, melhoria de qualidade dos produtos e serviços oferecidos.

Segurança eletrônica – O que esperar?

Diante disso, podemos confirmar que as perspectivas para o setor de segurança eletrônica são muito positivas. O mercado de segurança, mesmo com o cenário geral de instabilidade financeira, tende a se manter estável graças a seriedade do trabalho de empresas como a Ser-Tel. Por isso, se você busca por soluções efetivas e inteligentes em segurança eletrônica e telefonia, entre em contato conosco, e tire suas dúvidas.

Links úteis:

CFTV;

pabx;

cabeamento estruturado;

segurança eletrônica;

sistema de câmeras de segurança.