Estatuto da Segurança Privada é aprovado na Câmara dos Deputados

O Estatuto da Segurança Privada foi aprovado, no dia 29/11, pela Câmara dos Deputados. Ele estabelece normas que deverão ser seguidas por empresas de segurança privada e demais empresas que prestam serviço para este setor, como as de segurança eletrônica – o que trará muitos benefícios para as empresas do ramo. A aprovação do projeto foi feita como uma emenda substitutiva.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), o ramo da segurança eletrônica é formado por mais de 22mil empresas que prestam serviços de sistemas de alarmes, circuitos fechados de TV, portões automáticos, rastreamento de veículos, dispositivos de biometria e outros. A Associação faz uma estimativa de que, no Brasil, existem aproximadamente 710mil imóveis monitorados por sistemas como esses.

Adiante, falaremos mais sobre quais foram as normas definidas pelo Estatuto da Segurança Privada e como a segurança eletrônica estará inserida neste contexto. Confira:

O que foi definido pelo Estatuto da Segurança Privada

O Estatuto da Segurança Privada foi aprovado, no dia 29/11, pela Câmara dos Deputados. Ele estabelece normas que deverão ser seguidas por empresas de segurança privada e demais empresas que prestam serviço para este setor, como as de segurança eletrônica – o que trará muitos benefícios para as empresas do ramo. A aprovação do projeto foi feita como uma emenda substitutiva.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), o ramo da segurança eletrônica é formado por mais de 22mil empresas que prestam serviços de sistemas de alarmes, circuitos fechados de TV, portões automáticos, rastreamento de veículos, dispositivos de biometria e outros. A Associação faz uma estimativa de que, no Brasil, existem aproximadamente 710mil imóveis monitorados por sistemas como esses.

Adiante, falaremos mais sobre quais foram as normas definidas pelo Estatuto da Segurança Privada e como a segurança eletrônica estará inserida neste contexto. Confira:

O que foi definido pelo Estatuto da Segurança Privada

Estatuto da Segurança Privada

Em primeiro plano, o projeto faz uma distinção entre os três segmentos que envolvem a área de segurança privada, dividindo-o entre: serviços de segurança privada (como as empresas de segurança), prestadores de serviços de segurança privada com enfoque em monitoramento (incluindo todas as empresas de segurança eletrônica e monitoramento) e profissionais de segurança privada complementares.

Feito isso, foram definidos limites da prestação de serviço de monitoramento no que diz respeito a locação, comercialização, instalação de equipamentos, assistência técnica e inspeção.

O Estatuto fixou, ainda, um capital social mínimo de R$100mil para que as empresas de monitoramento possam se estabelecer. Ele também define que estas organizações devem renovar suas autorizações de funcionamento a cada 5 anos.

Um dos maiores ganhos para o setor de segurança eletrônica foi a abertura da possibilidade de mais empresas do ramo serem autorizadas a monitorar bancos e grandes eventos.

Foi estipulado, ainda, que a Polícia Federal será a instituição responsável por realizar o cadastro profissional da segurança privada, autorizar, controlar e fiscalizar o funcionamento das empresas do setor.

Nós, da Ser-Tel, comemoramos a aprovação do Estatuto da Segurança Privada e pretendemos ajudar ainda mais nossos parceiros do setor de vigilância com o fornecimento de equipamentos de qualidade para auxiliar nesta função. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossos serviços.

Links úteis:

CFTV;

pabx;

cabeamento estruturado;

alarme residencial;

automatização de portões rj.